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quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Bolsa volta a despencar, após subir 16,7% em dois dias

A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) volta a operar em forte queda nesta quarta-feira, depois de ter registrado uma alta acumulada de 16,74% nos dois últimos pregões. O dólar comercial, ao contrário, vai subindo nesta sessão, após cair 9,9% em dois dias.

Por volta do meio-dia, o Ibovespa, principal indicador do mercado brasileiro de ações, despencava 8,02%, a 38.234,22 pontos. A moeda americana disparava 4,15%, a R$ 2,182 na venda (veja quadro com a cotação do dólar).

Os investidores seguem temerosos de que a desaceleração econômica nos Estados Unidos possa afetar o desempenho dos demais países. A desconfiança aumentou depois que a presidente da unidade de San Francisco do Federal Reserve (banco central americano),Janet Yellen, afirmou que seu país entrou em uma recessão.

Ele considera que não houve "nenhum crescimento" econômico no terceiro trimestre e que deve ocorrer uma contração nos últimos três meses do ano.

Também contribuiu para aumentar as incertezas a informação de que as vendas no varejo dos Estados Unidos encolheram 1,2% em setembro no confronto com um mês antes e recuaram 1% perante o nono mês de 2007.

Depois dos pacotes anunciados pelos governos dos Estados Unidos e de países da Europa para socorrer o sistema financeiro, governos asiáticos decidiram, nesta quarta-feira, criar um fundo conjunto para lidar com a crise. Japão, China e Coréia do Sul participam do acordo.

O primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, e o presidente da Comissão Européia (CE), José Manuel Durão Barroso, defenderam uma reforma do sistema financeiro global.

Fonte: UOL
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quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Bolsa tomba 3,92% e atinge menor pontuação do ano; dólar recua a R$ 2,203

A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) fechou em forte baixa pelo sexto pregão consecutivo, e atingiu a menor pontuação do ano. O Ibovespa, principal indicador do mercado brasileiro de ações, recuou 3,92%, a 37.080,3 pontos.

Em seis dias, a Bolsa acumula perda de 25,54%, e no ano, de 41,96%.

O dólar comercial encerrou os negócios em baixa de 3,97%, cotado a R$ 2,203 na venda. O resultado foi influenciado pela atuação do Banco Central, que fez leilões da moeda americana no mercado futuro e à vista.

Investidores desconfiam que o banco americano Morgan Stanley seja bem-sucedido no acordo planejado com o maior banco do Japão, o grupo financeiro Mitsubishi UFJ.

BC vende dólares
O BC optou, na manhã desta quinta-feira, por realizar uma nova venda de dólares no mercado à vista. A operação foi feita a uma taxa de R$ 2,17, menor que as três taxas obtidas nos leilões de ontem, de R$ 2,44, R$ 2,37 e R$2,35. A instituição não informa a quantia total que negociou no mercado à vista.

Desde 13 de março de 2003, início do governo Lula, o BC não fazia esse tipo de venda direta. Nesse tipo de venda, a moeda norte-americana efetivamente sai das reservas e passa às mãos dos compradores.

A autoridade monetária também realizou operação de "swap" cambial (equivale à venda no mercado futuro). O BC colocou US$ 1,7 bilhão à disposição, mas o mercado absorveu apenas US$ 911 milhões.

Desde 1º de agosto de 2008, o dólar acumula alta de 53,4% ante o real, segundo a consultoria Economatica. A título de comparação, a moeda americana, no mesmo período, subiu 30,8% em relação à mexicana, 17,6% na comparação com a chilena, 5,9% sobre a argentina e 13,4% ante o euro.

Crise global
"Os mercados continuam céticos quanto à coordenação internacional para resolver os problemas do sistema financeiro", afirmaram os economistas do Barclays Capital em uma nota a seus clientes, dando a entender que as Bolsas mundiais continuarão voláteis nos próximos dias.

O fim de semana se anuncia carregado em Washington: os responsáveis do G7 (Alemanha, Canadá, EUA, França, Grã-Bretanha, Itália e Japão) se reúnem sexta-feira para discutir como "reforçar seus esforços coletivos diante da crise", segundo Paulson.

Washington receberá também a partir de sábado reuniões do Grupo dos 20, que reúne ministros e banqueiros centrais dos principais países ricos e emergentes, e as reuniões autônomas do FMI e do Banco Mundial.

O jornal britânico "Financial Times" publicou em seu site, nesta quinta-feira, reportagem dizendo que o Brasil tende a sair "relativamente ileso" da crise.

Mais medidas
Bélgica, França e Luxemburgo decidiram dar garantias ao banco franco-belga em dificuldades Dexia, para que possa pegar dinheiro emprestado nos mercados, depois de ter nacionalizado parcialmente a empresa na semana passada.

Na Islândia, o Estado assumiu o controle do maior banco do país. Com esta nacionalização, do banco Kaupthing, os três grandes estabelecimentos bancários da ilha, em meio a uma grave crise financeira, continuam sob controle governamental.

Os negócios na Bolsa de Reykjavik, afetadas pela crise no setor financeiro da Islândia, foram suspensas até 13 de outubro.

A Irlanda anunciou que estendeu sua garantia total sobre os depósitos bancários a cinco bancos estrangeiros com amplas atividades no país, conforme anunciou nesta quinta-feira o ministério irlandês das Finanças.

Sem solução imediata
"Não existem soluções imediatas nem fáceis para a crise financeira internacional", disse nesta quinta-feira o comissário europeu dos Assuntos econômicos e monetários, Joaquin Almunia.

Ontem, o secretário do Tesouro americano, Henry Paulson, previu que "algumas instituições financeiras vão quebrar nos EUA" em breve. Ele pediu paciência diante das turbulências nos mercados "que não vão passar rapidamente".

"Calma!", lançou aos investidores o presidente do Banco Central Europeu (BCE), Jean-Claude Trichet, que vê na redução conjunta das taxas de juros "um sinal de confiança ao mercado". "O pessimismo é um mau conselheiro", destacou.

Mercados
As principais Bolsas européias encerraram os negócios desta quinta-feira em queda, após passarem grande parte do dia em território positivo, pressionadas por receios sobre o desaquecimento da economia mundial e pelo esgotamento do entusiasmo gerado pelos cortes coordenados nas taxas de juros ontem.

Em Londres, o índice FTSE 100 caiu 1,21%, em Paris, o índice CAC-40 terminou em baixa de 1,55%, e em Frankfurt, o índice DAX recuou 2,53%.

Já na Ásia, os mercados fecharam sem direção comum, com os investidores ainda tensos a respeito da situação do ambiente de crédito no mundo.

Tóquio, a Bolsa mais importante da região,terminou o dia com queda de 0,5%, Xangai perdeu 0,84%, e Taiwan recuou 1,45%. Mas Hong Kong subiu 3,31%, Seul teve alta de 0,64% e Cingapura avançou 3,4%.

Fonte:UOL
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quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Bolsas de Nova York fecham em nova baixa, apesar de corte de juros

SÃO PAULO - Em um pregão marcado por incertezas e por diversos momentos de alta e de baixa, a cautela acabou falando mais alto nos minutos finais do dia e os principais indicadores acionários das bolsas de Nova York fecharam em baixa pela sexta jornada consecutiva.

O índice Dow Jones fechou com queda de 2,00%, aos 9.258,10 pontos. O Standard & Poor`s 500 recuou 1,13%, para 984,94 pontos e o Nasdaq cedeu 0,83%, para 1.740,33 pontos.

O dia foi recheado de notícias, sendo que a principal delas foi a ação coordenada do Federal Reserve (Fed), Banco Central Europeu (BCE), Banco da Inglaterra e bancos centrais do Canadá e Suécia. Nos EUA, o Fed diminuiu o custo do dinheiro em 0,5 ponto percentual, para 1,5% ao ano. Já o BCE cortou o juro de 4,25% para 3,75% e a autoridade monetária britânica o diminuiu de 5% para 4,5%.

A justificativa para a decisão conjunta se deve aos efeitos globais da crise financeira que ameaça o crescimento das economias, sobretudo as desenvolvidas. A notícia é positiva, mas os mercados foram titubeantes na resposta e oscilaram durante todo o dia. A análise é de que o impacto real da medida pode ser pequeno, já que os bancos simplesmente estão sentados em cima do dinheiro, recusando qualquer tipo de empréstimo.

As ações da Alcoa fecharam com baixa de 11,97% (US$ 14,71). Uma das primeiras a divulgar balanço nesta temporada, a empresa reportou forte baixa do lucro no terceiro trimestre. As ações do Bank of America, que também teve que diminuir a remuneração aos acionistas no período, fecharam com queda de 7,03% (US$ 22,10). As ações da seguradora MetLife perderam 26,77% (US$ 27). A empresa sinalizou dificuldades e anunciou que pretende vender 75 milhões de ações para elevar seu capital.
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Sou Cleyton Bonamigo, natural de Marau/RS, estudante, com 16 anos e praticante na área de Web Desenvolvimento. Também gosto muito de esportes, começei com 12 anos a praticar lutas, especificadamente Kick boxing, agora com 17 anos estou praticando luta Muay Thai e estou fazendo academia de musculação.

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